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» Dica do dia:

* Mini-review do Big Linux

O Big Linux é outra distribuição baseada no Ubuntu, que se destaca por
oferecer um ambiente pré-configurado para os usuários do Brasil, com
um conjunto de scripts e ferramentas de configuração e um conjunto bem
escolhido de softwares pré-instalados. A página oficial é a
http://biglinux.com.br/.

Ele começou como uma remasterização do Kurumin, utilizando os
repositórios do Debian, mas a partir dar versão 3 migrou para os
repositórios do Ubuntu. A mudança permitiu também que os scripts e
ferramentas já existentes fossem reforçadas por algumas das
ferramentas do Ubuntu e as atualizações do sistema não ficassem
vinculadas ao lento ciclo de desenvolvimento das versões estáveis do
Debian.

A interface padrão em todas as versões do Big é uma versão bastante
personalizada do KDE, incluindo opções para ativar efeitos visuais
diversos e um conjunto bastante completo de aplicativos:

** http://www.gdhpress.com.br/blog/imagens/2009/05/big_html_7af31b49.png

Muito se discute sobre as vantagens e desvantagens do uso dos
repositórios do Debian e do Ubuntu por distribuições derivadas. O uso
do Debian é uma faca de dois gumes, já que a versão estável demora
para ser atualizada e a versão instável resulta em problemas
periódicos, que exigem a publicação e avisos e workarounds (como no
caso do sidux).

O Ubuntu, por sua vez, oferece a vantagem de ser atualizado a cada
seis meses, mas, por outro lado, possui um histórico de problemas bem
mais extenso e utiliza pacotes com um nível maior de personalização, o
que dificulta um pouco o uso em outras distribuições. O fato de os
pacotes do repositório Universe serem gerados a partir dos pacotes do
Debian Sid, também não ajuda com relação à estabilidade. Como pode
ver, essa é uma questão mais espinhosa do que pode parecer à primeira
vista.

Até a série 4.x, o Big Linux foi baseado no KDE 3.5, utilizando os
pacotes do Debian e em seguida os pacotes do Ubuntu/Kubuntu (o Big
Linux 4.2, por exemplo, é baseado nos repositórios do Ubuntu 8.04). A
versão 5, por sua vez, marca a migração para o KDE 4, seguindo a
migração feita pela equipe do Kubuntu.

O principal diferencial do Big Linux é o painel de controle, que
concentra um grande número de scripts e funções para instalar pacotes
adicionais e solucionar problemas. Nas primeiras versões eles foram
baseados nos scripts do Kurumin, mas desde então passaram a evoluir de
maneira independente, acumulando novas funções em resposta ao feedback
dos usuários. Ele é provavelmente a distribuição ainda ativa que mais
se aproxima do modo de funcionamento do Kurumin 7, oferecendo um
sistema automatizado e fácil de usar.

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